simone cupello

Em sua trajetória Simone Cupello passa pelo cinema e pela arquitetura, é a partir de 2013 que começa a atuar efetivamente como artista visual. Sua poética se apoia fundamentalmente no recurso da fotografia e da imagem em um campo ampliado. O uso não convencional de fotografias apropriadas, vistas por ela como “resíduos tecnológicos" e operadas em maços, aponta para onde sua pesquisa se desenvolve: a materialidade da imagem e, junto a ela, à questões antagônicas, que lhe são inerentes, como tecnologia e afetos, presença e virtualidade, memória e esquecimento.  O grande acervo de fotografias coletadas ao longo desse período pela artista torna possível a criação de instalações/esculturas que ao serem esculpidas assumem, muitas vezes, formas orgânicas semelhantes às da natureza, como pedras, cascas, rachaduras e relevos que, ao mesmo tempo que remetem ao que é palpável e físico, trazem à tona o alegórico, a forma forjada da paisagem. As fotografias, frequentemente escondidas, tornam-se imagens para ninguém, fechadas em um universo imagético como as gavetas cenográficas que não abrem.

Entre as exposições individuais estão: Entornos, Centro Cultural Cândido Mendes de Ipanema   (Rio de Janeiro, RJ, 2017); Olhares Privados, Centro Cultural Justiça Federal (Rio de Janeiro, RJ, 2016); Extracampos, Projeto “Mesmo Lugar” da Hermes Artes Visuais, Qualcasa (São Paulo, SP, 2015);

Entre as exposições coletivas estão: Frestas, Trienal de Artes, Sesc Sorocaba (Sorocaba, SP, 2017); Duas Naturezas, Central Galeria (São Paulo, SP, 2017); Abre Alas 12, A Gentil Carioca (Rio de Janeiro, RJ, 2016); Mostra Bienal Caixa de Novos Artista, Caixas Culturais de Curitiba, São Paulo, Brasília, Fortaleza, Recife, Salvador e Rio de Janeiro, 2015 e 2016; Fotos Contam Fatos, Galeria Vermelho (São Paulo, SP, 2015); Contraprova, Paço das Artes  - São Paulo, SP, 2015); 24 e + Segundos Simone Cupello e Cláudia Briza, interferências na Cinemateca de São Paulo (São Paulo, SP, 2015);14° Salão da Bahia, Museu de Arte Moderna da Bahia (Salvador, BA, 2007).

cv

In her trajectory, Simone Cupello passes through film and architecture, and only from 2013 onwards will she effectively begin work as a visual artist. Her poetics are fundamentally based on the resources of photography and the image in an expanded field. The non-conventional use of found photographs, seen by her as “technological residue” and operated in bundles, points to the direction her research takes: the materiality of the image, and, with it, inherent antagonistic issues, such as technology and affects, presence and virtuality, memory and oblivion. The great archive of photographs collected by the artist throughout this period makes the creation of sculptures/installations possible, the sculpting of which provides organic forms similar to those in nature, such as rocks, barks, cracks and mounds that point toward what is tactile and physical while bringing to the fore an allegorical aspect, the landscape’s forged form. The photographs, often hidden, become images for no one, closed in an image-world like prop drawers that don’t open.

Her solo exhibitions include: Entornos, Centro Cultural Cândido Mendes de Ipanema   (Rio de Janeiro, RJ, 2017); Olhares Privados, Centro Cultural Justiça Federal (Rio de Janeiro, RJ, 2016); Extracampos, Projeto “Mesmo Lugar” da Hermes Artes Visuais, Qualcasa (São Paulo, SP, 2015);

Her group exhibitions include: Frestas, Trienal de Artes, Sesc Sorocaba (Sorocaba, SP, 2017); Duas Naturezas, Central Galeria (São Paulo, SP, 2017); Abre Alas 12, A Gentil Carioca (Rio de Janeiro, RJ, 2016); Mostra Bienal Caixa de Novos Artista, Caixas Culturais de Curitiba, São Paulo, Brasília, Fortaleza, Recife, Salvador e Rio de Janeiro, 2015 e 2016; Fotos Contam Fatos, Galeria Vermelho (São Paulo, SP, 2015); Contraprova, Paço das Artes  - São Paulo, SP, 2015); 24 e + Segundos Simone Cupello e Cláudia Briza, interferências na Cinemateca de São Paulo (São Paulo, SP, 2015);14° Salão da Bahia, Museu de Arte Moderna da Bahia (Salvador, BA, 2007).