carmézia emiliano

(maloca do japó, 1960)


"Formalmente, Emiliano não documenta sua vida e realidade como uma dádiva, sem procedimento reflexivo sobre seu trabalho e seu meio. Há diálogos e influências, comparações lícitas igualmente em relação a artistas de diversos estilos e períodos, como dentro do conjunto de sua obra.

[...] suas telas de fato figuram paisagens, objetos da cultura material e o cotidiano de sua comunidade: 'Minha arte é um serviço que presto à cultura do meu povo, essa é a maior de todas as felicidades', diz ela."

/ Amanda Carneiro



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