alberto lamback
(paris, 1985)
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A produção de Alberto Lamback explora o paradoxo da experiência contemporânea do tempo, que se caracteriza pelo acúmulo e pelo abandono sucessivos de imagens, e elege o gesto e a matéria como forma de atribuir valor simbólico ao cotidiano e ao efêmero. Suas pinturas transitam entre figuração e abstração, e a natureza de suas representações trata de um campo em mutação: velas, flores, nuvens e outros elementos de existência fugidia adquirem caráter permanente pela morosidade e pela complexidade de processos pictóricos que exigem tempo e meditação. Assim, Lamback reflete sobre como as imagens são construídas, lembradas e transformadas, fazendo de suas decisões poéticas uma resposta à transitoriedade da vida, do gesto e da passagem do tempo.
Suas exposições individuais incluem: Quietude, Verduyn Gallery, Bélgica (2026); Entre o céu e a terra, Galeria Index, Brasília (2022); Oito e meio, Espaço Delirium (2024); Flowers for Paul, Paul Roosen Gallery, Hamburgo (2024). Participou das exposições coletivas: Rebu, Central Galeria (2026); Céu azul escuro e noturno, Lapa, lapa (2026); One too many mornings, IRL Gallery, Nova York (2026), The World Ahead, Verduyn Gallery, Bélgica (2025) e Knotenpunkthh, Affenfaust Gallery, Hamburgo (2022).
“Com gestos suaves, o artista abre espaço com o pincel para que a luz desfocada possa emergir do fundo, ganhando forma e movimento, como algo que está prestes a pairar no ar e cair – tal qual uma folha de jasmim ou um corpo celeste à procura de sua órbita.”
/ Bianca Leite, 2026
artrio / rio de janeiro, brasil, 2026
rebu / central, são paulo, brasil, 2026
quietude / verduyn gallery, wortegem-petegem, bélgica, 2026
one too many things / irl gallery, nova york, eua, 2026
céu azul escuro e noturno / curadoria de bianca leite, lapa lapa, são paulo, brasil, 2026
oito e meio / espaço delirium, são paulo, brasil, 2024
entre o céu e a terra II, 2026
óleo sobre polímero de acrílico sobre madeira
21 x 15,5 cm