2026
2025: minas gerais
2024
2023
2022
2022
curadoria patricia wagner
antonio manuel, avaf, camile sproesser, carmézia emiliano, cícero dias, #coleraalegria, felipe cohen, gustavo torrezan, guy veloso, lourival cuquinha & luciana magno, manauara clandestina, mano penalva, marcos bonisson, nilda neves, opavivará!, randolpho lamonier, santarosa barreto, thiago honório, vivian caccuri & gustavo von ha, yhuri cruz
2021
2021
curadoria guilherme wisnik
ana elisa egreja, bruno cançado, c. l. salvaro, candida höfer, carmela gross, clarissa tossin, cristiano mascaro, damián ortega, david batchelor, débora bolsoni, dora smék, fernanda fragateiro, frank thiel, frederico filippi, gretta sarfaty, josé carlos martinat, lais myrrha, luciano figueiredo, mano penalva, marcelo cidade, marcius galan, mauro piva, michael wesely, raphael escobar, ridyas, rodrigo sassi, sandra gamarra, sergio augusto porto, vivian caccuri
exposição realizada em parceria com a galeria leme
2020
2019
2018
2017: mourato coelho
2016
alexandre nitzsche cysne: sonho de valsa
- central galeria (mapa)
- Google Calendar ICS
15 ago - 19 set 2026
texto crítico de clarissa diniz
alexandre nitzsche cysne, refúgio [detalhe], 2026. foto filipe berndt
alexandre nitzsche cysne, refúgio, 2026. foto filipe berndt
alexandre nitzsche cysne, serenata II, 2026. foto filipe berndt
alexandre nitzsche cysne, serenata II [detalhe], 2026. foto filipe berndt
-
A Central apresenta “Sonho de Valsa”, primeira exposição individual de Alexandre Nitzsche Cysne na galeria, em cartaz de 15 de agosto a 19 de setembro. Dedicada à produção recente que o artista vem desenvolvendo entre a França e o Brasil, a mostra reúne um conjunto de trabalhos criados a partir de objetos encontrados em seus trajetos e peregrinações. Recolhidos na paisagem urbana, esses materiais em desuso ganham uma sobrevida poética ao se integrarem a composições e assemblages de notável complexidade.
A mostra evidencia o compromisso estético-político das apropriações e dos deslocamentos que Cysne opera em seus trabalhos, cuja relação coreográfica – análoga à da valsa – instaura outras dinâmicas de convívio com os materiais, criando aproximações íntimas e encurtando distâncias que radicalizam suas diferenças políticas e sociais.
“Para Nitzsche, trazer os objetos de lá para cá – refazendo, de forma invertida, a travessia transatlântica – é tomar a arte como uma tecnologia epistemológica e política capaz de cobrar a dívida colonial que permanece impagável (Denise Ferreira da Silva). É nessa direção que seus objetos aqui aportam impregnados pela densidade do tempo, revelando cicatrizes, oxidações, desgastes. Eles não pertencem somente ao presente, mas reverberam outras temporalidades e vidas”, escreve Clarissa Diniz que assina o texto crítico da exposição.
-